Chega quer medidas concretas de apoio à natalidade e reforço do papel da família
O Chega considera que a família deve ser colocada no centro das decisões políticas e defende medidas como o apoio à natalidade e ajudas para fixar famílias em concelhos com perdas populacionais crónicas. Entre as medidas propostas estão subsídios diretos e reduções fiscais para agregados numerosos.
Em nota à imprensa, Miguel Castro, cabeça-de-lista às eleições de 23 de Março, indica que "é inaceitável que a família continue a ser desvalorizada e atacada por políticas irresponsáveis e ideologias que desprezam a sua importância" "O Chega-Madeira coloca a família no centro das decisões políticas e não aceitaremos que continue a ser relegada para segundo plano”, afirma o candidato.
O partido defende igualmente a devolução em sede de IRS, na forma de deduções, do IVA sobre produtos essenciais para bebés e crianças até aos cinco anos, bem como sobre produtos alimentares destinados a pessoas com alergias ou intolerâncias.
Não podemos permitir que o Estado continue a substituir os pais na educação das crianças, impondo ideologias e agendas alheias aos valores familiares. As famílias têm de recuperar o seu papel central na educação Renata Rocha, candidata pelo Chega
Por outro lado, o Chega compromete-se com a luta pelo direito à habitação digna, "combatendo a especulação e os abusos do mercado que dificultam o acesso das famílias a uma casa própria". Além disso," repudia veementemente todas as formas de violência familiar, incluindo a violência de género, infantil e contra os idosos, defendendo políticas que garantam o respeito pelos mais velhos e promovam a proximidade intergeracional".
“O Chega-Madeira é o único partido que coloca a família como prioridade máxima. Não cederemos perante ideologias destrutivas e políticas que enfraquecem o núcleo familiar. Lutamos por uma Madeira onde as famílias sejam respeitadas, apoiadas e valorizadas”, conclui Miguel Castro.