Portugal tem de ser muito melhor
Com o aproximar das celebrações dos 50 anos da Revolução dos Cravos, tenho a certeza que aqueles que lutaram pela nossa liberdade não imaginaram, nunca, que passados estes anos estaríamos num dos períodos mais conturbados da nossa história.
Não há máquina propagandística que consiga escamotear o estado de um país falhado, que outrora marchou contra os canhões, por mares nunca de antes navegados. O estado de apodrecimento da democracia nunca foi tão evidente, e cada vez mais me convenço de que ainda não se cumpriu abril e, muito menos, se cumpriu novembro.
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