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Fact Check Madeira

Será que a função do porco realizada no Estreito cumpriu a legislação em vigor?

A Confraria Enogastronómica da Madeira promoveu a matança do porco no passado dia 8 de Dezembro, no Estreito de Câmara de Lobos. 
A Confraria Enogastronómica da Madeira promoveu a matança do porco no passado dia 8 de Dezembro, no Estreito de Câmara de Lobos. , Foto DR

A morte e função do porco, que se reveste de um cunho cultural, associado às celebrações natalícias madeirenses, é um tema que está longe de reunir consensos.

Isso mesmo voltou a ser evidente ao noticiarmos, este fim-de-semana, a iniciativa promovida, no passado dia 8 de Dezembro, pela Confraria Enogastronómica da Madeira, no Estreito de Câmara de Lobos, repetindo um costume que, todos os anos, por esta altura, reúne entre 60 a 70 pessoas, entre confrades e convidados.

A matança do porco ocorreu no logradouro do restaurante ‘As Vides’, tendo, na ocasião, o presidente da confraria admitido que quer internacionalizar a iniciativa, de forma a abranger muito mais gente, essencialmente de outras confrarias de várias partes do mundo, bem como os turistas.

Confraria Enogastronómica da Madeira quer internacionalizar matança do porco

A Confraria Enogastronómica da Madeira voltou a cumprir a tradição da Festa.

A questão dos direitos dos animais foi, logo, evidenciada e num dos comentários à notícia que dava conta da intenção da referida Confraria em internacionalizar matança do porco, feito nas redes sociais, havia quem apontasse que a legislação em vigor não teria sido cumprida.

Mas será mesmo assim? Foi isso que tentámos perceber. E salvaguarde-se que este trabalho não visa avaliar qualquer questões em torno dos direitos dos animais, mas tão somente o cumprimento da legislação em vigor. 

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