PS exige "transparência" e "responsabilidade" na gestão dos dinheiros públicos em São Vicente
A Câmara Municipal de São Vicente tem de ser uma entidade credível, respeitada e com uma actuação à prova de qualquer suspeita.
É desta forma que Helena Freitas, candidata do PS-M à presidência da Câmara Municipal de São Vicente, reage à notícia que faz manchete na edição impressa do DIÁRIO de hoje.
Negócios de compadres agitam São Vicente
José António Garcês lembra que o número dois do seu executivo tem “14 afilhados e 26 compadres”
Rúben Santos , 05 Julho 2021 - 07:00
Para a socialista esta é a prova de que o executivo liderado por José António Garcês "não respeita os munícipes e faz da autarquia um clube de amigos e de negociatas em total impunidade".
Helena Freitas demonstra-se preocupada, "não só com o facto de a Câmara Municipal privilegiar determinadas empresas com quem tem ligações pessoais, como com a leviandade como o executivo camarário procura normalizar decisões tomadas à revelia das recomendações dadas pelas entidades reguladoras".
É francamente mau São Vicente ser destaque nas notícias pelos piores motivos. Depois da situação do amianto encontrado enterrado num terreno no sítio das Ginjas, um verdadeiro atentado ambiental e uma situação com elevado risco para a saúde das pessoas que tem de ser cabalmente esclarecido, agora é a gestão financeira sem critério da autarquia.
A candidata socialista aponta este caso como apenas "mais um sinal" de que a capacidade do atual executivo camarário está "esgotada" e "que é tempo de iniciar um novo ciclo no concelho".